Balanço do Ministério do Trabalho e Emprego mostrou que 3.266 pessoas que trabalhavam em situação semelhante à escravidão foram liberadas após blitze dos fiscais do Governo federal no ano passado. Foram realizadas 101 operações em 197 fazendas do país, segundo reportagem da Agência Brasil.
O ministério considera que os trabalhadores estão em regime semelhante à escravidão quando não recebem salário e têm as carteiras de trabalho retidas pelos empregadores.
O estado com o maior número de flagrantes foi o Pará, onde ocorreu a liberação de 1.062 pessoas. Em seguida estão a Bahia e o Tocantins (529 e 455 empregados libertados, respectivamente).
Já Amazonas e Acre foram os que registraram menos problemas. Em cada um deles, os fiscais encontraram oito pessoas trabalhando em situações precárias. Em Rondônia não houve registro de empregados nessa condição.
O coordenador do Grupo Especial de Fiscalização Móvel do ministério, Carlos Campos, comenta que o número de trabalhadores em regime semelhante à escravidão está caindo no Brasil.
Os fazendeiros e empresários que mantêm empregados nessas condições podem responder a processo criminal e são obrigados a pagar os salários correspondentes ao tempo de trabalho.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário